Visita do Lar Padre Jacó ao Atelier do Instituto Jorge Schroder
O atelier do Instituto Jorge Schroder ganhou novos ritmos e respirações com a chegada do grupo do Lar Padre Jacó de Itajaí, participante do projeto “Mãos de Vida: Uma Escola Criativa para Humanescer na Cidadania”, iniciativa vinculada à Coordenação de Projetos e Programas de Extensão da Vice-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da Univali.
A atividade, que une arte, educação e cuidado social, encontrou no espaço do atelier um terreno fértil para despertar curiosidades e ampliar repertórios.
Após participarem da oficina de cerâmica, os visitantes fizeram um percurso pelo atelier para conhecer outras técnicas escultóricas, incluindo trabalhos em metal, mármore, resinas, além de diferentes processos de moldagem e criação. Os visitantes percorreram o atelier para descobrir outros caminhos da escultura.
O metal guardava memórias incandescentes; o mármore repousava em sua quietude mineral; as resinas e moldes revelavam processos secretos, quase alquímicos, de criação.
Cada canto trazia uma linguagem própria, e os olhos atentos dos jovens captavam essas diferenças como quem coleciona novas chaves para o mundo.
Em meio ao tour, um reencontro especial com a designer de jóias Loraine Oliveira, que fez seu estágio de faculdade no atelier desenvolvendo joias em madeira, voltou ao espaço para compartilhar sua trajetória.
Hoje ela trabalha com design sustentável, utilizando sobretudo madeiras brasileiras, e apresentou ao grupo como um simples pedaço de madeira pode se tornar arte vestível, narrativa e identidade. Suas criações, delicadas e cheias de presença, mostraram que a escultura também expande horizontes.
Na sequência, o grupo realizou uma visita ao jardim externo do Instituto, onde estão expostas diversas esculturas em mármore. No espaço aberto, os participantes puderam observar obras finalizadas, conhecer diferentes acabamentos e entender como o material se comporta quando trabalhado em grande escala.
A equipe do atelier explicou etapas básicas de extração, corte e polimento, destacando como cada peça é planejada e instalada no ambiente externo. A atividade permitiu que todos visualizassem, na prática, como a escultura em mármore integra arte, técnica e organização do espaço.
A visita, além de encantamento estético, reforçou o propósito do projeto Mãos de Vida: despertar autonomia, sensibilidade e cidadania por meio de experiências que valorizam expressão e pertencimento. No fim do dia, ficava no ar aquela sensação luminosa de que a arte, quando compartilhada com generosidade, se transforma numa espécie de ponte: une histórias, amplia futuros e fortalece quem a atravessa.
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